Quinta 18 de janeiro, 14h30; sexta 19 de janeiro, 10h30 e 14h30; segunda 22 de janeiro, 10h30 Pequeno Auditório Duração: 45 min. 2,50€ (sem descontos) Lotação: 132 lugares Informações e horários para famílias Informações e Reservas Serviço Educativo 21 761 90 78 ( 9h30 – 11h30 e 16h – 17h) culturgest.servicoeducativo@cgd.pt Direção e conceção Pedro de Moura Estórias Saguenail Composição Pedro de Moura Encenação Pedro de Moura e Carla Galvão Desenho em tempo real  JAS Produção Trupe dos Bichos Coprodução Fábrica das Artes / CCB Atrás de nós antes de nós dentro de nós ao nosso lado está sempre um presente aparente e um passado complicado. Mas afinal no reino das narrativas a árvore esconde a floresta ou a floresta esconde a árvore? Nas três histórias de DA BOCA PARA AS MÃOS serão convocadas personagens que se descobrem e se alteram sem contudo se exibirem e ADULTerarem. São personagens por aprenderem a sê-lo ouvindo-se e vendo-se com outros olhos. Na verdade, todas elas são crianças e enfrentam problemas de crescimento… Os fios das meadas de Saguenail que escreve, são tecidos pela voz de Carla Galvão que narra, desdobram-se em paisagem com as imagens fabricadas ao vivo por JAS e com a música […] Read More
Translater • Serigrafia: Ed. 75 exemplares • 6 cores, 50x70cm, papel Fabriano 300g/m2 branco. Read More
JÁ DISPONÍVEIS!!!! Under the Sky • JAS Serigrafia: Ed. 60, 12 cores, 50x69cm, papel Fabriano 300g/m2 branco. Read More
NA CAMA COM O INIMIGO Os casais mais sólidos assentam numa complementaridade que corresponde a uma desigualdade à partida impossível de colmatar – Holmes e Watson, ou as suas caricaturas crísticas Poirot e Hastings, são o protótipo dessa relação – em que um deles serve para realçar o outro. Em caso de igualdade na nulidade, a complementaridade reduzir-se-á a uma pura redundância – Dupont e Dupond. Raros são, no fim de contas, os casais em que cada um dos parceiros tem suficiente força e personalidade para prosseguir a sua obra original sem deixar de amparar o outro – ainda mais raros aqueles que conseguem trabalhar a quatro mãos até o contributo de cada um deixar de ser distintamente perceptível: no cinema, por vezes irmãos, Taviani ou Coen, excepcionalmente um casal Straub-Huillet –, Mary e Percy Shelley ou Sartre e Beauvoir são casos suficientemente singulares para a história reter os seus nomes. É preciso que haja simultaneamente uma diferença e uma concordância iniciais que permitirão percorrer lado a lado caminhos paralelos. E também, já que se trata de criar, um longo sofrimento acumulado a sublimar. A Manuela trouxe porventura ao JAS a dimensão manual e artesanal, a paciência, a atenção ao […] Read More
“The Sand never falls on the same place” 5 > 6 May 2017 Along with the Portuguese artist JAS the Stavanger Symphony Orchestra and their conductor will take you on a magical journey full of music and images created by JAS. for more informations click here Read More
PORTRAITS  GENERATION – GREGOS E TROIANOS 12 abril > 13 maio | 3 Punts Galería [Barcelona]   Um homem se propõe a tarefa de desenhar o mundo. Ao longo dos anos, povoa um espaço com imagens de províncias, de reinos, de moradas, de instrumentos, de astros, de cavalos e de pessoas. Pouco antes de morrer, descobre que esse paciente labirinto de linhas traça a imagem de seu rosto. Jorge Luis Borges, El hacedor   JAS quer jogar em todos os campos. Figuração e abstracção, simbolismo e gratuidade, traços e manchas, rascunho e assinatura, inacabamento e exposição, técnica e espontaneidade, memória histórica e contemporaneidade. As telas de JAS são povoadas. Todavia as figuras só têm valor de sinais. Eminentemente simbólicas, a sua significação permanece – faz questão de permanecer – indecifrável. Os sinais neste caso remetem apenas para o arbitrário taumatúrgico do pintor. Os motivos são em número reduzido e repetem-se de tela para tela. Não referem nenhuma realidade externa, nenhuma mitologia reconhecível; unicamente, por alusão mais do que por citação, a uma história da pintura. O alcance dessas figuras não deve transbordar das telas. Há nelas animais, principalmente pássaros e peixes, por vezes cães que talvez sejam lobos, e serpentes. […] Read More
White Body | Corpo Branco – JAS Serigrafia: Ed. 60, 10 cores, 48x64cm, papel Fabriano 300g/m2 branco. Read More
Teatro Aveirense Sexta, 17 de Fevereiro de 2017 | 21:30   Espectáculo original de palavra dita com textos de vários autores portugueses, seleccionados e adaptados por Capicua para declamar em base musical composta por Pedro Geraldes dos Linda Martini. A temática do concerto gira em torno da presença da água nos quotidianos; sobre a presença do elemento água, nas suas diferentes dimensões (mar, rio, chuva, fontes ou neblina) na vida individual e nos espaços colectivos. A base musical é construída tendo como matéria-prima paisagens sonoras, gravadas em espaço urbano (nomeadamente em Lisboa) e noutros espaços em que os diferentes sons da água sejam predominantes; estas gravações serão transformadas em música para criar o ambiente que servirá de base para a declamação. A esta simbiose junta-se o Artista Plástico João Alexandrino aka JAS, que desenha em tempo real as palavras e os sons narrados em areia. Autoria e interpretação: Capicua (selecção, adaptação e declamação de textos de vários autores portugueses)Música e arranjos: Pedro Geraldes Imagem/ desenho em tempo real: João Alexandrino aka JAS Produção SLTM para o Temps d’Images Lisboa Read More
Rádio Renascença  com Maria João Costa. No grande auditório, é “A areia nunca cai no mesmo sítio”, com uma actuação da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Jean-Marc Burfin, à frente de uma tela onde surgirá um desenho em tempo real feito em areia pelo artista João Alexandrino, conhecido como JAS. clique aqui Antena 3 com Vanessa Augusto 0:3:30´ clique aqui A Antena 1 conversou com Jean-Marc Burfin e com JAS, maestro e artista visual, que se apresentam com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dias 21 e 22 de outubro, às 17h, no Centro Cultural de Belém. clique aqui   Read More